O debate promovido pela Tribuna foi marcado por falhas na contagem e na distribuição do tempo de fala dos participantes. Em duas ocasiões, a organização concedeu espaço para manifestação quando o momento de fala do candidato Cadu já havia expirado. Em ambas as oportunidades, Cadu recusou o uso da palavra por iniciativa própria, comunicando à mesa que aceitar o tempo excedente seria injusto com os demais concorrentes.Em contraste, o candidato Allyson, ao ser beneficiado por equívoco semelhante, optou por utilizar o tempo adicional e afirmou que “quanto mais eu falar melhor”, ignorando o desrespeito às regras do debate e à equidade entre os participantes.Diante do episódio, Cadu criticou publicamente o comportamento do adversário: “Eu fico revoltado mesmo com isso aqui porque esse indivíduo sempre quer ganhar vantagem com desonestidade… até nas regras de um debate sério, onde deveria mostrar respeito a todos. Um candidato de direita que está sendo investigado por roubar dinheiro de remédios. Dinheiro da nossa gente. A polícia federal foi até a casa dele. Aí quando chega no debate fica com esse comportamento oportunista para ganhar mais tempo que os demais.”Durante discursão nos bastidores, Allyson voltou a atacar a governadora Fátima Bezerra, ausente na ocasião. Cadu rebateu as declarações e saiu em defesa da gestora: “Eu não vou aceitar que um oportunista como ele venha falar de uma mulher com a história que a Fátima tem sem ela estar presente. Eu não vou aceitar que um investigado por roubar dinheiro público venha falar de uma mulher honesta como a Fátima. Allyson mostrou mais uma vez que está disposto a tudo pelo poder, inclusive jogar sujo. E eu não vou posso e não vou aceitar que um momento tão importante para o futuro do nosso estado seja rebaixado ao tipo de molecagem e de falta de honestidade que representa o candidato Allyson.”A campanha reafirma o compromisso de Cadu com o jogo limpo, a ética no processo eleitoral e o respeito absoluto às mulheres e às regras democráticas.







