O banho noturno na Praia da Redinha, em Natal, que se tornou popular entre moradores e turistas, passou a ser alvo de denúncias de frequentadores que relatam forte cheiro de urina e a presença de fezes boiando na água. O cenário tem causado revolta e preocupação entre quem busca lazer no local.
Segundo relatos, a grande concentração de pessoas em um espaço reduzido, somada à proximidade com a foz do rio Potengi, pode estar contribuindo para a contaminação da água. Banhistas também afirmam ter percebido mudanças na coloração do mar, o que levanta alertas sobre possíveis riscos à saúde e ao meio ambiente.
Diante das denúncias e dos perigos identificados, o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte passou a desaconselhar oficialmente o banho noturno na área. A corporação informou que irá instalar placas de advertência para orientar a população.
De acordo com o tenente Christian Bari, comandante do Grupo de Busca e Salvamento Aquático, a região não é considerada segura para banho, especialmente durante a noite. “Há risco de pessoas ficarem presas entre as pedras, cortes provocados por cracas e correntes fortes, que variam conforme a maré”, explicou.
Em nota, os Bombeiros reforçaram que a baixa visibilidade no período noturno dificulta a identificação de buracos, pedras submersas, animais marinhos e correntes de retorno, aumentando consideravelmente o risco de acidentes e afogamentos.
A situação acende um alerta sobre a falta de estrutura, fiscalização e orientação adequada em um ponto que passou a receber grande fluxo de pessoas nos últimos meses.
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