Horas antes de ser encontrado morto, Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, foi gravado pela mãe chorando e dizendo que não queria ir para a casa do pai. “Eu não vou para o meu pai não, porque ele me bate”, afirmou o menino no vídeo, que ganhou grande repercussão após a prisão do pai, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, e da madrasta, Kathellen Moreira, suspeitos de envolvimento no crime. Ambos negam as acusações.Segundo a Polícia Civil, Gustavo foi encontrado morto na casa do casal, em Palmas (TO), com múltiplos ferimentos. A investigação concluiu que a criança foi vítima de agressões e tortura. O delegado Eduardo Menezes informou que a hipótese inicial de violência sexual foi descartada, apontando que as lesões fazem parte do contexto das agressões sofridas pelo menino. A versão apresentada pelo pai, de que o filho teria morrido após um afogamento na piscina, também é contestada pelas investigações.De acordo com a polícia, a mãe já havia registrado ameaças do ex-companheiro e relatava que o filho frequentemente voltava das visitas com machucados, desidratado e muito abalado. A convivência entre pai e filho, no entanto, era determinada por decisão judicial. Para os investigadores, o vídeo em que Gustavo implora para não ir à casa do pai era um claro sinal da violência que sofria.Fonte: UOL e Poder360.✓ Siga agora @megaportalrn







