O desfile da Acadêmicos de Niterói, realizado neste domingo (15), virou centro de uma nova disputa política nacional. Após a homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o partido Novo anunciou que vai pedir a inelegibilidade do petista assim que uma eventual candidatura for formalizada em 2026.
A sigla alega abuso de poder político e econômico, além de propaganda eleitoral antecipada com uso de recursos públicos. O presidente do partido, Eduardo Ribeiro, afirmou que o caso será tratado como “questão jurídica”, e não como simples divergência política.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também prometeu acionar o PT na Justiça, alegando que o desfile incluiu ataques ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à sua família. Já o deputado Zucco (PL-RS) informou que estuda medidas por suposta promoção eleitoral antecipada e abuso nos meios de comunicação.
Aliados do governo, por outro lado, defenderam a apresentação como manifestação cultural legítima. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia negado pedido de liminar para impedir o desfile, sob o entendimento de que a suspensão poderia configurar censura prévia, mas manteve o processo aberto para análise de possíveis irregularidades.
O episódio amplia a tensão entre governo e oposição e deve ter novos desdobramentos no cenário eleitoral.
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