
A Prefeitura de Pedro Avelino autorizou um processo licitatório no valor de R$ 222.500,00 para a locação de um trio elétrico tipo pranchão, contratado junto à empresa Thiago Monteiro de Vasconcelos, CNPJ 14.376.482/0001-93. O gasto, por si só elevado, se torna ainda mais revoltante diante da realidade enfrentada pela população.
O Carnaval terá apenas cinco dias, e os números apresentados no processo revelam um custo aproximado de R$ 14.800,00 por hora, considerando que o trio percorre cerca de três horas por dia. Em outras palavras, trata-se de um gasto exorbitante para um município que vive uma crise generalizada em serviços básicos.
Enquanto a prefeitura investe pesado em festa, Pedro Avelino sofre com o abandono da segurança pública, o descaso com o homem do campo, a precariedade da saúde, o caos na infraestrutura e um sistema educacional que amarga o pior índice do Estado. Falta tudo: assistência, planejamento, respeito e compromisso com o dinheiro público.
A autorização desse gasto escancara uma gestão de prioridades completamente invertidas, que prefere o palco, o som alto e a aparência de festa ao invés de investir no que realmente importa: a dignidade da população. É um tapa na cara do cidadão, que convive diariamente com ruas esburacadas, falta de apoio na agricultura, serviços de saúde precários e escolas em situação crítica.
Diante desse cenário, a indignação é mais do que legítima. Cabe à população reagir e à Câmara Municipal cumprir sua obrigação constitucional de fiscalizar, questionar, investigar e, se necessário, barrar esse processo.
O dinheiro público não é da prefeita, não é da gestão, é do povo. E o povo de Pedro Avelino merece respeito, responsabilidade e prioridades que façam sentido, não gastos milionários em festa enquanto a cidade pede socorro.
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