Em entrevista à Band RN, o pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra, abordou a situação da saúde pública no estado ao comentar o que observou nos veículos de comunicação nos últimos dias. Segundo ele, “há um comparativo do que há de pior no estado”, ao citar a realidade de hospitais como o Tarcísio Maia, em Mossoró, e o Walfredo Gurgel, em Natal. Ao avançar na análise e trazer o cenário da capital, mencionou a condução da gestão municipal e afirmou que “como o candidato das meias obras deixou a capital do estado”, passando a questionar a entrega de um hospital que, de acordo com sua fala, “depois de 1 ano e 3 meses não fez um exame de sangue, não fez um exame de urina, não verificou a pressão de ninguém, não fez nem sequer uma cirurgia, não fez nada”.
Ao contrastar cenários, Allyson buscou reforçar sua experiência administrativa em Mossoró como contraponto direto. “Não dá para brincar com a saúde da população desse jeito”, afirmou, ao defender um modelo que prioriza funcionamento efetivo das estruturas públicas. Como exemplo, destacou que, em pouco mais de um ano de gestão em seu segundo mandato, entregou 15 unidades básicas de saúde e um hospital municipal que iniciou atendimentos imediatamente após a inauguração. “Inauguramos numa quinta-feira à noite e, na sexta-feira pela manhã, eu já estava no hospital vendo as primeiras mulheres serem cirurgiadas”, disse, ao sustentar o discurso de eficiência diante das críticas feitas ao cenário estadual e à capital.








